Maluca Paixão (Phil Traill, 2010): Foi com este filme que Sandra Bullock foi premiada com o Framboesa de "Pior Atriz". O fato, claro, me afastou de conferir o filme. No dia anterior desta premiação, Sandra ganhou o Oscar de "Melhor Atriz" pelo insosso e quadrado "Um sonho possível". Afinal, o que faz de um filme bom ou ruim? Não há uma resposta concreta, evidentemente. Afinal, filmes são gostos pessoais assim como qualquer outra coisa comum. "Maluca Paixão" tem os seus defeitos e até se mostra ineficiente em alguns sentidos, mas tachá-lo como o pior do ano ou a pior atuação de Bullock são outros 500. O filme conta a estória de Mary Horowitz (Sandra Bullock), uma mulher solteira e completamente estranha que trabalha como "criadora de palavras cruzadas". Mary é atípica e possui características diferentes, completamente fora do padrão estipulado ou aceito pela sociedade. Ela mesmo sabe disso e mesmo se sentindo ruim com a tal situação, acaba se aceitando como é. Acaba se apaixonado por Steve (Bradley Cooper), algo que não acontece com ele. Sabendo que ele pode ser o seu grande amor, Mary corre atrás dele por diversos estados. "Maluca Paixão" não é engraçado e nem possui um roteiro maravilhoso, mas possui uma personagem graciosa e uma composição divertida feita por Bullock. Com certeza, Bullock é a melhor coisa do filme. Ele pode ser considerado ruim, mas isso é algo pessoal, certo?
Se enlouquecer, Não se apaixone (Anna Boden e Ryan Fleck, 2010): Depressão já pode ser considerada uma doença universal, algo até genético. Afinal, se continuar como está, essa será uma definição mais que perfeita. "It's kind of a funny story" trata deste assunto de forma peculiar: ironizando a doença e mostrando o quão universal ela vem se tornando. O filme foca em Craig (Keir Gilchrist), um adolescente de 16 anos que está a um passo de cometer suicídio, mesmo que sejam motivos completamente idiotas, o garoto acaba sendo internado em um hospital. Se torna amigo de Bobby (Zach Galifianakis) e se apaixona por Noelle (Emma Roberts). Tudo é bastante genérico e clichê, praticamente beira o ridículo ainda mais se levarmos em consideração a situação do garoto, mas lembre-se: o filme toma como base esta ironia. Com problemas tão medíocres, era necessário que Craig estivesse internado em um hospital? Era necessário afastar ele da sociedade? Óbviamente que não, porém, o garoto se sentia doente e, aparentemente, não estava apto para viver em sociedade. Craig achava isso e não conseguia lidar com a sua situação. O tema tão batido ganha outros contornos e a depressão se torna o foco. Afinal, o que é depressão ou ser depressivo? O que significa ter dias ruins ou dias de extrema felicidade? Mas, esqueça: somos perfeitos. Estamos de mau humor? É depressão. Basicamente é isso o que o filme tenta alertar. "Se enlouquecer, não se apaixone" possui uma direção pop e eficiente; Tem boas atuações (especial de Zach e Viola Davis) e possui um roteiro bem desenvolvido. Certamente, não mudará a sua vida, mas ajuda a reformá-la.
Larry Crowne - O Amor Está de Volta (Tom Hanks, 2011): Não esperava muito coisa desta segunda incursão de Hanks como diretor. Bem, eu não esperava nada. Não por ser um filme dirigido por Hanks, e sim pelo fato de Hanks ter dividido o roteiro com a querida Nia Vardalos que deve ser uma fofa como pessoa e deve adorar comédia romântica, mas não é perita no assunto. Está certo que "Casamento Grego" é bacana, mas só isso. Tanto que Nia só tem esse filme pra falar que é, e foi sucesso. Sendo assim, o roteiro acaba sendo o esperado: é a pior coisa de "Larry Crowne". Está certo que o filme consegue ser simpático e pode ser considerado um bom entretenimento, mas o filme tinha vários fatores para ser uma boa comédia. Afinal, não é sempre que temos Hanks e Julia Roberts fazendo par romântico. A história do filme é sobre perdas e recomeços. Um clichê do gênero. Temos a mulher infeliz no casamento e um homem maravilhoso que vem se ferrando na vida até achar a mulher infeliz que encontra o seu par de meia furada. Não há muitos acontecimentos e temos que engolir algumas lições de morais. Tudo bem, não se pode ter tudo na vida. A direção de Hanks é comum, praticamente inexistente. Não sou muito entendedor do assunto, mas Hanks não extrapola, ele apenas fez um filme. Só isso. Sua atuação é eficiente, mas Julia Roberts e alguns coadjuvantes roubam a cena. "Larry Crowne" chega a ser banal, mas vale uma conferida (eu acho).
Se enlouquecer, Não se apaixone (Anna Boden e Ryan Fleck, 2010): Depressão já pode ser considerada uma doença universal, algo até genético. Afinal, se continuar como está, essa será uma definição mais que perfeita. "It's kind of a funny story" trata deste assunto de forma peculiar: ironizando a doença e mostrando o quão universal ela vem se tornando. O filme foca em Craig (Keir Gilchrist), um adolescente de 16 anos que está a um passo de cometer suicídio, mesmo que sejam motivos completamente idiotas, o garoto acaba sendo internado em um hospital. Se torna amigo de Bobby (Zach Galifianakis) e se apaixona por Noelle (Emma Roberts). Tudo é bastante genérico e clichê, praticamente beira o ridículo ainda mais se levarmos em consideração a situação do garoto, mas lembre-se: o filme toma como base esta ironia. Com problemas tão medíocres, era necessário que Craig estivesse internado em um hospital? Era necessário afastar ele da sociedade? Óbviamente que não, porém, o garoto se sentia doente e, aparentemente, não estava apto para viver em sociedade. Craig achava isso e não conseguia lidar com a sua situação. O tema tão batido ganha outros contornos e a depressão se torna o foco. Afinal, o que é depressão ou ser depressivo? O que significa ter dias ruins ou dias de extrema felicidade? Mas, esqueça: somos perfeitos. Estamos de mau humor? É depressão. Basicamente é isso o que o filme tenta alertar. "Se enlouquecer, não se apaixone" possui uma direção pop e eficiente; Tem boas atuações (especial de Zach e Viola Davis) e possui um roteiro bem desenvolvido. Certamente, não mudará a sua vida, mas ajuda a reformá-la.
Larry Crowne - O Amor Está de Volta (Tom Hanks, 2011): Não esperava muito coisa desta segunda incursão de Hanks como diretor. Bem, eu não esperava nada. Não por ser um filme dirigido por Hanks, e sim pelo fato de Hanks ter dividido o roteiro com a querida Nia Vardalos que deve ser uma fofa como pessoa e deve adorar comédia romântica, mas não é perita no assunto. Está certo que "Casamento Grego" é bacana, mas só isso. Tanto que Nia só tem esse filme pra falar que é, e foi sucesso. Sendo assim, o roteiro acaba sendo o esperado: é a pior coisa de "Larry Crowne". Está certo que o filme consegue ser simpático e pode ser considerado um bom entretenimento, mas o filme tinha vários fatores para ser uma boa comédia. Afinal, não é sempre que temos Hanks e Julia Roberts fazendo par romântico. A história do filme é sobre perdas e recomeços. Um clichê do gênero. Temos a mulher infeliz no casamento e um homem maravilhoso que vem se ferrando na vida até achar a mulher infeliz que encontra o seu par de meia furada. Não há muitos acontecimentos e temos que engolir algumas lições de morais. Tudo bem, não se pode ter tudo na vida. A direção de Hanks é comum, praticamente inexistente. Não sou muito entendedor do assunto, mas Hanks não extrapola, ele apenas fez um filme. Só isso. Sua atuação é eficiente, mas Julia Roberts e alguns coadjuvantes roubam a cena. "Larry Crowne" chega a ser banal, mas vale uma conferida (eu acho).



7 comentários:
nhá. não vi nenhum dos três.
qndo será q vc vai dizer: não veja esse filme de jeito nenhum?
nhá. não vi nenhum dos três. (2)
Então tá fazendo o que aqui, Luna?!
Ué, vim deixar um beijinho, poxa...
=\
quero ver larry crowne...
Esse primeiro da Bullock é muito maneiro! Os outros não vi. Ainda! Hahahahahaha! E tua mama deve ser um doce, afinal ela te fez bem feitinho, nzé? Hahahahahahah! Hugz, guri!
Passei para dar um Alô e deparei com boas dicas de filmes para conferir.Ainda não vi nenhum,mas vou providenciar os videos.Um bom fim de semana e até mais.... Abrs.
Ah! Eu achei Larry Crowne simpático=)pena que não foi um alarde nas bilheterias. Hoje em dis ter duas ou mais estrelas juntas em um filme parece não fazer diferença, rs! "Casamento Grego" é fantástico, tb acho que é o único filme bom de Nia Vardalos (Hanks com a esposa Rita Wilson tb produziram Casamento Grego).
Não assisti os outros.
No clima de comédia romântica, gosto de exceções .
Abs.
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